Para que o mundo seja do jeito que a gente quer, a mudança começa conosco, nos pensamentos, ações e sentimentos. Não adianta o ser humano ser bom, se ele tiver pensamentos negativos em relação a si e/ou ao próximo, ou reações tão negativas diante do negativo que reverte pra si o de pior. É necessário que sejamos uno em todas as nossas atitudes mentais, físicas, espirituais, pensar/agir/sentir da mesma forma, superando as diferenças e reagindo ao desconhecido sem pré-conceito, e colocando em prática a lei do amor. Quando conseguirmos juntar essas energias todas e nos tornarmos uno com o universo, teremos aprendido o que Jesus nos ensina, o que a vida nos testa, o que Deus quer de nós. Comunhão. textinho da Chris

segunda-feira, dezembro 10, 2012

Aprender a lidar com pessoas falsas

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Lidar com pessoas falsas requer exercício de tolerância, devemos começar seguindo a linha de pensamento de que não temos controlo sobre os outros. O outro é uma pessoa individualizada, não conseguiremos, nem devemos fazê-lo agir como gostaríamos ou como vivemos.
O dicionário informa, que falso quer dizer: mentiroso, enganador, hipócrita, fingido, dissimulado.
Quem nunca conheceu alguém com uma ou mais dessas características é um sortudo, não vamos ficar esperando encontrar um lugar para trabalhar e viver que não tenha um só falso sequer, não dá para viver numa redoma de vidro, isso seria um absurdo. Afinal, quem deveria ficar isolado, o verdadeiro ou o falso? Nem um, nem outro.
Pare para pensar o seguinte: O que te levou a perceber que o outro é uma pessoa falsa? Ele ou ela, traiu a tua confiança? O que na maioria das vezes acontece, é uma tremenda deceção, às vezes queremos acreditar que aquela pessoa é confiável e que jamais mentiria ou nos enganaria, essa pessoa passa a fazer parte das nossas vidas e a saber de nós, quando ela derruba a imagem do perfil que fazíamos em nossa mente, juntamente com isso vem a deceção, raiva ou sentimo-nos uns tolos. Se nos sentirmos assim é porque motivávamos a ilusão delicada de que se não fingirmos ou não dissimulamos ninguém, o outro também não nos fará o mesmo.
Identificar uma pessoa dissimulada, requer perceção apurada mas não é o único jeito, ao conhecer uma pessoa, não vá logo falando tudo de si, mesmo que essa pessoa lhe conte até o que possa parecer assunto íntimo, para o dissimulado, esse é o caminho para nos conduzir a falar mais sobre nós. Observe se à medida a que vão se conhecendo, se essa outra pessoa quando fala constantemente, no mesmo assunto, confirma ou conta aquela história que já havia narrado, com algumas mudanças. Ter atenção se a pessoa tem demasiado interesse em esmiuçar a sua vida, em saber além do que deveria. Para quê saber tanto?
As pessoas falsas tem o costume de bajular, usam esse procedimento para tentar fixar que são confiáveis, não confunda com os elogios coerentes, esses são bem-vindos.

Se for uma amizade particular, você pode se afastar da pessoa mas sendo colega de trabalho tem que aprender a conviver com a pessoa em questão.
O melhor a fazer ao identificar uma pessoa falsa, é manter uma postura formal, procurando sustentar o nível de educação elevado, formando um tipo de bloqueio mental para que a pessoa sinta dificuldade em esmiuçar a sua vida, com o tempo ela tende a se afastar por si mesma.

Saber mais em: http://www.ruadireita.com/outros/info/aprender-a-lidar-com-pessoas-falsas/#ixzz2EeEHhMRy
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segunda-feira, dezembro 03, 2012

COMO NEUTRALIZAR UM SUGADOR DE ENERGIA


1) O que é um "sugador de energia"?
Por sermos um complexo energético, estamos sujeitos a interações com várias dimensões de energias que podem ocasionar assimilação ou perda de energia.

Sugador energético é o ato de sugar energias de pessoas, animais, plantas, etc. São muitos os fatores que possibilitam este processo: carências afetivas, sexuais, financeiras, intelectuais, etc.

Todos nós possuímos necessidade de uma carga energética vital para nutrir nossos corpos físico e espiritual. À medida que gastamos a carga energética vital, ela deve ser reposta através dos mecanismos naturais de recomposição (respiração, alimentação, absorção do fluido cósmico universal e fluidos vitais através dos chackras).

A reposição desta carga energética vital, na quantidade mínima que necessitamos para manter a vida, depende de vários fatores, tais como: o modo de vida, o meio, a qualidade dos pensamentos, dos sentimentos, das sensações.

Uma parte da energia que precisamos, obtemos através da alimentação (cerca de 10%). Outra parte, através da respiração ( cerca de 20%), mas a maior parte de energia que precisamos é vem através do fluido cósmico universal (cerca de 70%).

Um sugador de energia, vampiro energético ou energyvamp é uma pessoa que tem necessidade de energia vital cósmica e não consegue absorvê-la naturalmente. Por um mecanismo vibracional, de freqüência vibracional, o sugador se aproxima de pessoas que têm boa carga de energia vital.

Quando nos aproximamos de outra pessoa sempre ocorrerá uma simbiose energética, por isto estamos permanentemente trocando energias com outras pessoas tanto com as que vivem em nossa casa, no ambiente de trabalho e em locais públicos. Assim se estabelece os mais variados tipos de combinações energéticas que influenciando o campo energético um do outro.

Quando em contato com um sugador de energia, este praticamente não terá energia para trocar, assim absorvem a energia do outro e, por estarem debilitados, metabolizam e consomem toda energia absorvida e não sobra nada para retornarem a outra pessoa. E toda energia que o sugador absorver será metabolizada e consumida pelos seus organismos físico e espiritual, ou seja, irá absorver muito mais do que emitir, causando assim um déficit energético na outra pessoa.

2) Como identificá-los?

Pessoas físicas e psicologicamente sadias e equilibradas nutrem-se, diretamente , nas fontes naturais de energia. Mas as pessoas desequilibradas, que por terem perdido o contato com sua própria natureza interna mais profunda, perderam também a capacidade de absorver e processar o alimento energético natural, precisam para sobreviver, por em prática uma hábito ou vício: sugar a energia vital de outras pessoas o que as torna um SUGADOR DE ENERGIA.

As características de um sugador, são muitas , mas a principal e da qual todas as demais derivam, é o egocentrismo. Quanto mais a pessoa estiver voltada a si mesma, concentrada em si mesma, mas ela terá dificuldade para estabelecer contato com fontes naturais de nutrição energética e maior será a tendência para sugar energia vital dos outros.

O egocentrismo é o resultado de um processo que pode ter início na infância, pós - trauma de perdas ou até oriundo de outras vidas. Não podemos descartar a possibilidade do meio em que convive também, pois existem certos comportamentos condicionantes que "viciam" a pessoa a se tornar um necessitado energético.

Não é uma tarefa fácil identificar um sugador de energia, até porque a maioria deles têm um laço afetivo com a vitima. Inclusive este grau de afetividade é um caminho mais rápido de se constituir um sugador de energia, pois por afetividade doamos mais energia com maior constância para alguém em déficit e assim o outro se vicia em nossa energia. Na verdade só existe sugador se existir os que se dispõem a serem sugados.

Podemos definir algumas características e tipos de sugadores:

1- O ESPECULADOR- são pessoas que fazem perguntas para sondar o mundo da outra pessoa, com propósito de descobrir alguma coisa errada. Assim que fazem isto, criticam este aspecto da vida do outro e se esta estratégia der certo a pessoa criticada é vampirizada, passando dar atenção às críticas e cria-se um vínculo simbiótico e o criticado passa a transmitir energia para o sugador.

2- O COITADINHO- é uma pessoa que conta muitas coisas horríveis que aconteceu com ele e insinua que todos são responsáveis pela situação que se encontra, menos ele, é claro. Esta pessoa está tentando envolver você por um sentimento de pena e de forma passiva começa a sugar energia do outro. Geralmente encontra-se este sugador dentro da família, ele sempre quer demonstrar que a outra pessoa não está fazendo o bastante para ajudá-lo e o outro se sente culpado só de estar perto dela.

3- O INTIMIDADOR - Geralmente são pessoas que chegam na vida do outro como se fosse o "salvador da pátria", aquele que se importou pelo outro em um certo momento de fragilidade. Este tipo de sugador se mostra forte e começa a orientar o outro com atitudes de manipulação com objetivo de manter o outro preso a ele. Este é o mais comum e perigoso, pois geralmente são manipuladores conscientes. Na verdade ele precisa de energia de suas presas, então as manipula para que o outro tenha receio de se afastar. Este tipo de sugador chega ao extremo da ameaça de agressividade ou ameaça de abandono. O sugado passa a achar que sem o sugador, ele não vive. A pessoa sugada começa a dar importância a este tipo de padrão vibracional como uma simbiose e assim o sugador atinge seu objetivo, pois o agredido passa a transmitir energia pra ele através de mágoas, rancor, ódio, pois combater a ameaça ou agressão com agressão passamos a ser vampirizados, baixando assim nosso padrão energético saudável levando a estágios de depressão, síndrome do pânico, reclusão social até a casos de morte energética e física.

Geralmente uma forma de identificarmos um sugador é através da violência, agressividade, das críticas em tudo, que reclamam de tudo, que se queixam de tudo, por serem estas atitudes, formas de sugar energias das outras pessoas. Por não conseguirem se ligar a energia cósmica, porque não se moralizam, não largam seus vícios, não mudam seu comportamento egoístico, encontram nestas formas de ser, o meio de sugar energias dos outros.

3) Como fugir deles?

Ninguém nasce um sugador de energia, mas pode se tornar um deles muito facilmente. Todos nós, por um lado, somos naturalmente dotados de mecanismos de defesa contra perda de energia vital, mas quando perdemos a posse e controle de nosso centro de gravidade, quando por estresse, cansaço, tristeza, depressão, mania, frustração, neurose e projetamos para fora de nós mesmos, alteramos e debilitamos a estrutura do corpo sutil, tornando-o permeáveis a invasores. É uma questão de padrão vibracional. Assim nos tornamos presas fáceis dos sugadores de energias, porque aceitamos suas provocações com facilidade e isto nos vincula a eles.

Não há necessidade de se afastar fisicamente do sugador de energia, até porque a maioria deles se encontra em nossa família, circulo de amizade e até nos relacionamentos afetivos. Mas podemos nos proteger deles, mudando nosso padrão vibracional para que a sincronicidade (simbiose) energética se rompa. As relações podem continuar se assim consegurimos romper o ciclo e o sugador pode continuar um sugador, mas não de nossa energia.

A melhor forma de nos defendermos deles é identificá-lo, geralmente isto acontece um bom tempo depois que percebemos que há algo errado. Imaginemos que nosso campo vibracional de energias sutis possui centros de entrada e saída de energias, conhecidos como chackras. É através dos chackras que regulamos a nossa energia, é por eles que nos alimentamos de energia vital cósmica. Não existe um limite para para quantidade máxima de cargas energéticas. Quanto mais, melhor, teremos mais vida ativa. Mas a principal defesa está em observarmos nosso sentimentos. O fluido cósmico vital é absorvido por todos os centros de força, porem os chackras são so responsávei spara transformar o fluido cósmico em fluido vital e direcioná-lo para o organismo de acordo com os sentimentos da pessoa.

Quando temos bons sentimentos estamos sempre com nosso flido vital no máximo, quando alteramos estes bons sentimentos em maus , ficamos no nível intermediário. Quando a maior parte do tempo cultivamos maus sentimentos o nosso nível de fluido vital fica no nível mínimo, nos tornando presas fáceis para os sugadores. Logo não existem sugadores sem existir os que se propõem a serem sugados.

Existem pessoas que têm a facilidade de ter vários sugadores de energia, porém o sugador de energia elege só um vítima por vez até que ela se liberte ou perca toda sua energia vital, daí o sugador procura a próxima vítima. Isto por que, drenar energia de uma pessoa fraca e doente causa danos para o sugador, logo ele só suga de quem tem boa energia.

4) Como não se tornar uma "sugadora de energia"?

Para não nos tornarmos um sugador de energia precisamos observar alguns aspectos abaixo:

1- Observe as mudanças de humor drásticas que dependem do nível de sua energia pessoal e pode ir rapidamente de um estado de excesso de energia, feliz, bem disposta saudável para o extremo depressivo. As pessoas que têm esta tendência , precisam procurar uma ajuda terapêutica para se entender melhor, porque a pessoas, muitas vezes não percebem que está com certos comportamentos, mas sente esta oscilação.

2- Observar seus estados de flutuação como depressão e baixa de energia que faz com que se procure alguém que tenha pena dela ou que cuide dela a colocando "no colo", na verdade são estágios pós traumas ou perdas que fazem pessoas dependentes emocionalmente.

3- O sugador pode sugar energia de tudo e de todos que esteja ao seu redor, até que sua energia pessoal esteja estabilizada. Isto pode ser percebido quando a pessoa sente necessidade de estar sempre perto de alguém específico, geralmente o sugador tem sua própria vitima exclusiva e não quer dividi-la com ninguém , então ela cria mecanismos simbióticos. Cuida disto , tentando elevar seu padrão vibracional através do reconhecimento de seus próprios valores. Procure ter satisfação por tua vida.

4- O sugador tem preferência pela existência noturna, às vezes uma reação ou aversão à luz. Outros casos ele procura ajuda espiritual em vários segmentos diferentes, de linha diferente de trabalhos. A maioria passa um tempo trocando de segmentos religioso, espiritual ou filosófico pelo simples fato de querer se afastar de algo que venha a estabilizar sua energia. Logo, se mantenha em uma linha de ajuda seja terapêutica, espiritualista, religiosa até que se sinta fortalecido, conectado com a energia cósmica vital, pois o caminho para não precisarmos sugar energia de ninguém é nos mantermos conscientes do divino em nós e buscarmos formas de reforçar isto em nós. Só assim poderemos nos sentir nutridos de boas energias, pensamentos e sentimentos saudáveis e libertadores.

Quando começamos a apreciar a beleza, admirar detalhes e prestar atenção nas coisas, nas pessoas, passamos a contemplar o princípio da emoção do amor. E quando chegamos a um nível em que sentimos as energias de amor vindo de outras pessoas, poderemos mandar a energia de volta, agregadaa com nosso amor, é só desejar. Ninguém sentirá mais fraco por isto porque estaremos recebendo mais energia de uma fonte inesgotável, que é o cosmos.

Fonte-www.somostodosum.com.br /Eliana Kruschewsky 

www.portalarcoiris.ning.com 

tirei daqui: simplescoisasdavida.com 
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segunda-feira, setembro 03, 2012

A Importância do desapego

O apego é uma forma de dependência emocional e acaba sempre levando ao sofrimento. Apego aos filhos, a profissão, a alguma situação de vida, a um relacionamento, a resolução de algum problema... Quanto maior o apego, maior a ansiedade e a necessidade de controlar as pessoas e situações para que possamos ter uma temporária sensação de paz, satisfação ou felicidade. É na verdade uma prisão emocional. O nosso bem estar deixa de ficar nas nossas mãos.
O apego é visto muitas vezes como algo positivo, como se fosse sinal de cuidado. A preocupação com alguma situação é uma manifestação do apego. Tem gente que não se permite relaxar diante de algo que ainda não foi resolvido porque acha que isso seria uma forma de desleixo, e assim não consegue se desapegar.
Desapego é diferente de desinteresse ou de "não estar nem aí". Se desapegar significa ficar em paz, mesmo enquanto acontece algo que desejaríamos que fosse diferente ou enquanto algo não foi resolvido. É o abrir mão de controlar as situações da vida, as quais não temos realmente nenhum controle mas agimos como se tivéssemos. Podemos permanecer cuidadosos, porém, sem qualquer tipo de apego.
Quando aplicamos EFT dissolvemos as preocupações, e a necessidade de controle. Assim ficamos em paz independente dos resultados externos. O mais interessante é que, quanto maior o desapego, mais as coisas tendem a funcionar bem.
A energia do apego acaba atrapalhando relacionamentos e afastando as pessoas. Quem se comporta dessa forma sofre mais rejeição. O apego atrapalha também a resolução de situações.
 Talvez já tenha acontecido em algum momento da sua vida o seguinte. Você se preocupa muito com alguma coisa, deixa de dormir, faz de tudo, e nada se resolve. Depois, cansado de sofrer, você simplesmente deixa de se preocupar com a situação, relaxa e entrega. O que tiver que ser, será. Nesse momento, sua paz interior não mais depende do resultado, pois você agora já está em paz. E depois desse relaxamento, a situação acaba se resolvendo. Será coincidência? Eu acredito que não. As coisas vem com menos esforço quando já estamos em paz.
Nesse estado de desapego é mais fácil ter idéias e tomar iniciativas. A motivação não está mais ligada a sentimentos negativos. Assim a ação é livre de tensões e por isso se torna mais eficiente.
Quem estuda e pratica a lei da atração deve estar familiarizado com os seguintes passos:
1 - Visualizar aquilo que se deseja como se já fizesse parte da sua realidade.
2 - Gerar sentimentos positivos em torno da visualização como se já estivesse usufruindo dos resultados agora.
3 - Entregar os resultados, ou seja, desapegar 100% se vai acontecer ou não, e ficar em paz.
Este último passo pode parecer confuso para alguns, mas é muito importante. O que está por trás disso é a sabedoria de que nossa paz interior e felicidade não deve depender de situações externas, e que quanto mais felizes somos no presente, mais conseguiremos realizar nossos desejos sem esforço. Os desejos deixam de ser "necessidades". Se tornam apenas como um jogo, uma brincadeira, sem tensão, dependência ou medo.
Pela lei da atração, atraímos aquilo que sentimos. A vibração da necessidade de que aconteça uma determinada coisa é uma vibração de escassez, de que falta algo. Então a tendência é atrairmos mais escassez, o que acaba afastando aquilo que desejamos.
Nos relacionamentos, o apego é interpretado por muitos como um sinal de amor e cuidado pelo outro. Mas o que acaba ocorrendo é um jogo de manipulação devido a essa dependência emocional. Existe sempre muito medo inconsciente por trás desse jogo. O sofrimento vem mais hora menos hora pois não é possível controlar os pensamentos, sentimentos e atitudes de outras pessoas.
Quando nos desapegamos dos nossos relacionamentos, ficamos mais seguros e acabamos transmitindo isso, o que nos torna pessoas mais interessantes. O outro lado se sente mais atraído.
André Lima

ps: achei esse texto fantástico e ajuda uito no dia a dia - desapegue-se - isabelllinha
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sábado, agosto 04, 2012

REDENÇÃO (2011)


Depois de sair da prisão, Sam Childers (Gerard Butler) vira pastor e, em seguida, passa a fazer trabalhos voluntários na África. O que inicialmente seria uma curta temporada para reconstruir casas na devastada Uganda se transforma em um envolvimento político no Sudão. Enquanto espera por apoio financeiro para ajudar crianças desabrigadas e levantar armas contra os rebeldes no poder, Sam terá de encarar novos dilemas: dar atenção à sua família, manter a sua fé e confrontar um passado violento que ele pensava ter deixado para trás.

quarta-feira, julho 25, 2012

Orgulho


A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto de nosso orgulho.
Para ser bom mestre não é preciso fazer seguidores ou discípulos, nem mesmo possuir cortejos ou comitivas, mas simplesmente fazer com que cada ser descubra em si mesmo o seu próprio guia. Não devemos ditar nossas regras aos indivíduos, mas fazer com que eles tomem consciência de seus valores internos (senso, emoções e sentimentos) e passem a usá-los sempre que necessário. Essa a função dos que querem ajudar o progresso espiritual dos outros.  Os indivíduos portadores de uma personalidade orgulhosa se apóiam em um princípio de total submissão às regras e costumes sociais, bem como o defendem energicamente. Utilizam-se de um impetuoso interesse por tudo aquilo que se convencionou chamar de certo ou errado, porque isso lhes proporciona uma fictícia “cartilha do bem”, em que, ao manuseá-la, possam encontrar os instrumentos para manipular e dominar e, assim, se sintam ocupando uma posição de inquestionável autoridade. Quase sempre se auto denominam “bem-intencionados” e sustentam uma aura de pessoas delicadas, evoluídas e desprendidas, distraindo os indivíduos para que não percebam as expressões sintomáticas que denunciariam suas posturas de severo crítico, policial e disciplinador das consciências. Nos meios religiosos, os dominadores e orgulhosos agem furtivamente. Não somente representam papéis de virtuosos, como também acreditam que o são, porque ainda não alcançaram a auto consciência. Exigem e esperam obediência absoluta, são super preocupados com exatidão, ordem e disciplina, irritando-se com pequenos gestos que fujam aos padrões pré-estabelecidos. Possuem uma inclinação compulsiva ao puritanismo, despertando, com isso, simpatia e consideração nas pessoas simplórias e crédulas. Algumas, no entanto, por serem mais avisadas e conscientes, não se deixam enganar, discernindo logo o desajuste “ emocional. O capítulo X da segunda parte de “O Livro dos Espíritos” diz respeito a “Ocupações e Missões dos Espíritos”. Dizem os Benfeitores que a missão primordial das almas é a de “melhorarem-se pessoalmente” e, além disso, “concorrerem para a harmonia do Universo, executando as vontades de Deus”
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(7)
 A autêntica relação de ajuda entre as pessoas consiste em estimular a independência e aindividualidade, nada se pedindo em troca. Ninguém deverá ter a pretensão de ser “salvador das almas”. A compulsão de querer controlar a vida alheia é fruto de nosso orgulho. O ser amadurecido tem a habilidade perceptiva de diagnosticar os processos pelos quais a evolução age em nós; portanto, não controla, mas sim coopera com o amor e com a liberdade das leis naturais. Nenhuma pessoa pode realizar a tarefa de outra. As experiências pelas quais passamos em nossa jornada terrena são todas aquelas que mais necessitamos realizar para nosso aprimoramento. Muitos de nós convivemos, outros ainda convivem, com indivíduos que tentam cuidar de nosso desenvolvimento espiritual, impondo controle excessivo e disciplina perfeccionista, não respeitando, porém, os limites de nossa compreensão e percepção da vida. São “censuradores morais”, incapazes de compreender as dificuldades alheias, pois não entendem que cada alma apenas pode amadurecer de acordo com seu potencial interno. Não se têm notícias de que Jesus Cristo impusesse cobranças ou tivesse promovido convites insistentes ao crescimento das almas. Teve como missão, na Terra, ensinar-nos serenidade e harmonia,  para entrarmos em comunhão com “Deus em nós”.
 
Questão 558 –
 
 Alguma outra coisa incumbe aos Espíritos fazer, que não seja melhorarem-se pessoalmente?
“Concorrem para a harmonia do Universo, executando as vontades de Deus, cujos ministros eles são. A vida espírita é uma ocupação continua, mas que nada tem de penosa, como a vida na Terra, porque não há a fadiga corporal, nem as angústias das necessidades.”
 
  Confiava plenamente no Sábio e Amoroso Poder que dirige o Universo e, portanto, respeitava os objetivos da Natureza, que age no comportamento humano, desenvolvendo-o de muitas maneiras. Sabia que a evolução ocorre de modo inevitável, recebendo ou não ajuda dos homens. O Mestre entendia que, se combatêssemos e lutássemos contra nossos erros, poderíamos “potencializá-los” . Nunca usava de força e imposição, mas de uma técnica para que pudéssemos desenvolver a “virtude oposta”. “Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou” E ela disse: “Ninguém. Senhor.” E disse-lhe Jesus: “Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais.”

 Não censurou ou criticou a atitude inadequada, mas propiciou o desenvolvimento da autoconfiança, para que ela encontrasse por si mesma seus valores internos. Nunca amadureceremos, se deixarmos os outros pensarem por nós e determinarem nossas escolhas. Não é a ajuda real, a que se referia Jesus, a crítica moralista, o desejo de reformar os outros, o controle do que se deve fazer ou não fazer. Antes, tais comportamentos revelam os traços de caráter dos indivíduos orgulhosos e ainda distanciados da autêntica cooperação no processo de evolução — que não os deixam perceber — que ocorre naturalmente na intimidade das criaturas.
 do livro espírita: As dores da Alma - de Hammed
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quarta-feira, julho 18, 2012

O Medo da Solidão


O que representa para você a possibilidade de estar só consigo mesmo?

Este é um tema importante pois diz respeito a determinados "vicios existênciais" muito comuns aqui neste plano, tão comuns que a maioria das pessoas nem ao menos se dá conta de que vive num redemoinho...

Muitas pessoas estressadas sonham com o momento em que vão poder estar a sós com elas mesmas, almejam horas de lazer ou de férias, mas pouquíssimas sabem como se reabastecer internamente.

Já se questionou sobre isso alguma vez?

Existe a possibilidade de se fazer um mergulho interior, mas parece que não é tão fácil assim, pois o ritmo agitado do dia a dia facilita muito a fuga de nós mesmos.

A exemplo disso, podemos observar as pessoas que ficam eternamente presas aos seus próprios pensamentos e como estes passam a adquir autonomia própria, pensando pelo seu proprietário.

Temos também outros inúmeros exemplos pelos quais se costuma transitar, sendo que todos propiciam um estado parado e de torpor que também desemboca na falta de contato com a unidade interna.

Como uma sombra, existe um enorme medo da solidão rondando a todos, sendo que a maioria de nós tem medo de se reconhecer, de entrar em contato consigo mesmo.

O fato é que quando de verdade se chega no estar só, portanto na busca do autoconhecimento, aí e só a partir deste tipo de solidão, é que realmente se chega no outro, alcançando-se assim, a certeza inabalável de que existe algo de muito grande unindo a todos nós, algo que ao mesmo tempo está por trás de tudo e permeando a todos.

Então pela própria experiência vive-se um paradoxo, sabe-se que se é só e que ao mesmo tempo somos todos um e é nesse grande lugar encontrado que definitivamente sabemos que não há o que temer, pois a solidão do modo que se imagina não é real... (este é o lugar do conhecedor).

Existem milhões de pessoas que transitam pela vida com mapas depressivos, muitos vem e vão com ódios terríveis, outros tantos seguem acreditando que devem sofrer ou viver apenas paixões através de suas pulsões ou mesmo pertencer a algum sistema de crença aprisionante...

TUDO ISSO É FUGA PARA NÃO ENTRAR EM CONTATO CONSIGO MESMO!
- VAMOS PRATICAR A MEDITAÇÃO, BUSCAR POR UMA SÉRIA INTERIORIZAÇÃO OS CAMINHOS QUE NOS LEVEM ÀS NOSSAS UNIDADES E, PORTANTO, A NÓS MESMOS.


copiei daqui O medo da solidão - Somos todos um

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domingo, julho 08, 2012

Amoooo !!!!


domingo, julho 01, 2012

Minha hortinha

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sábado, junho 23, 2012

Por que costumo fingir para agradar aos outros?


“Eis algumas perguntas que podemos fazer a nós mesmos para identificarmos nossas crenças e valores, positivos ou não, e como eles afetam a nossa vida diária:

         Qual o grau de influência da opinião alheia sobre meus atos e atitudes?
         O que me dificulta ter suficiente autonomia para tomar minhas próprias decisões?
         O que me impede de desfrutar uma vida plena?
         Por que costumo fingir para agradar aos outros?
         Qual a razão de manter minha reputação alicerçada em um modelo exemplar?
         Meus conceitos facilitam autoconfiança?”

“Quando deixamos os outros conduzirem nosso jeito de sentir, pensar e agir damos-lhes o consentimentos de nos usar ou manipular como e quando quiserem.” por isso não faço isso, fingir...é falso e não atinge objetivo nenhum e ainda ficamos manipulados - Chris
“A Espiritualidade Superior não nos quer submissos à vontade de outrem, nem inabilitados para tomar decisões, mas quer que nos apropriemos de nossos valores inatos, demonstrando determinação e firmeza diante da vida, porque isso teria como resultado natural o conforto físico, psíquico e espiritual.”
Hammed / Francisco do Espírito Neto
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quarta-feira, junho 13, 2012

O luto e a vida




Bom dia!
Estava pesquisando assuntos acerca de perdas e de como saber entendê-las e encontrei este material de Maria José Gomes S. Nery – Psicóloga Clínica publicado no site da PSIQWEB do Dr. Geraldo Ballone. Para você ler o conteúdo original, basta clicar no título acima, ok?
"Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, condição social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o “luto” (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se “por que eu?”, “por que ele(ou ela)?”ou “por que comigo(ou conosco)?”.
A seguir a tendência é retrairem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, aceitação; de aceitar aquilo que não pode ser mudado.(E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, vai ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar à fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte(EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de “morte”, as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo.Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil :-
1-Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2-Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3-Trabalhe os sentimentos de raiva e revoltaEstes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4-Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5-Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola , renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6-Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7-“Nunca mais serei o mesmo”...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8-Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9-Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados.Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10-Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11-A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antiguidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo,com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou “Algo Superior”. Isto é quase que uma intuição que nascemos com ela. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não seja religioso, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
É importante saber que pudemos desfrutar da companhia de algumas pessoas especiais, mesmo que por breve tempo, que nos deixam muita saudade...Só se tem saudade daquilo que foi muito bom..
12-Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranquilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13-Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14-Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça, por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado e que existem leis universais, “nada acontece por acaso”; tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15-Integrando a perda
As pessoas não “têm” que ser “vítimas”, qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento (“Por que isso aconteceu comigo”?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro:- “Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?” Geralmente quando chegamos à fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16-Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17-Procure ajuda profissional, se necessário.
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao “outro eu” e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa , e quando.
Maria José G. S Nery- Psicóloga Clínica
Psicoterapia Cognitiva, Transpessoal e Regressiva
E mail:-majonery@yahoo.com.br, zezegomes@hotmail.comCampinas- SP -Brasil



  

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sexta-feira, maio 18, 2012

isabelllinha






segunda-feira, maio 14, 2012

Viver melhor



Todos querem viver melhor!
Entretanto, ouçamos a experiência.
A felicidade não é um tapete mágico. Ela nasce dos bens que você espalhe, não daqueles que se acumulam inutilmente.
Tanto isto é verdade que a alegria é a única doação que você pode fazer sem possuir nenhuma.
Você pode estar em dificuldade e suprimir muitas dificuldades dos outros.
Conquanto às vezes sem qualquer consola-ção, você dispõe de imensos recursos para recon-fortar e reerguer os irmãos em prova ou desvali- mento.
A receita de vida melhor será sempre melhorar-nos, através da melhora que venhamos a realizar para os outros.
A vida é dom de Deus em todos.
E quem serve só para si não serve para os objetivos da vida, porque viver é participar, pro-gredir, elevar, integrar-se.
Se aspiramos a viver melhor, escolhamos o lugar de servir na causa do bem de todos.
Para isso, não precisa você condicionar-se a alheios pontos de vista.
Engaje-se na fileira dos servidores que se lhe afine com as aptidões.
Aliste-se em qualquer serviço no bem comum.
E tão importante colaborar na higiene do seu bairro ou na construção de uma escola, quanto auxiliar a uma criança necessitada ou prestar apoio a um doente.
Procure a paz, garantindo a paz onde esteja.
Viva em segurança, cooperando na segurança dos outros.
Aprendamos a entregar o melhor de nós à vida que nos rodeia e a vida nos fará receber o melhor dela própria.
Seja feliz, fazendo os outros felizes.
Saia de você mesmo ao encontro dos outros, mas não resmungue, nem se queixe contra nin-guém. E os outros nos farão encontrar Deus.
Não julgue que semelhante instrução seja as-sunto unicamente para você que ainda se acha na Terra.' Se você acredita que os chamados mortos estão em paz gratuita, o engano é seu, porque os mortos se quiserem paz que aprendam a sair de si mesmos e a servirem também.

Achei aqui
Viver melhor
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quinta-feira, maio 03, 2012

Prece de Gratidão

                                                                                   Emmanuel
Senhor, muito obrigado, pelo que me deste, pelo que me dás!
Pelo ar, pelo pão, pela paz!
Muito obrigado, pela beleza que meus olhos vêem  no altar da natureza.
Olhos que contemplam o céu cor de anil, e se detém na terra verde, salpicada de flores em tonalidades mil!
Pela minha faculdade de ver, pelos cegos eu quero interceder, por aqueles que vivem na escuridão e tropeçam na multidão, por eles eu oro e a Vós imploro comiseração, pois eu  sei que depois dessa lida,numa outra vida, eles  enxergarão!
Senhor, muito obrigado pelos ouvidos meus. Ouvidos que ouvem o tamborilar da chuva no telheiro, a melodia do vento nos ramos do salgueiro, a dor e as lágrimas que escorrem no  rosto do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo, que desce do morro na praça a cantar. A melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não se esquece nunca mais.
Diante de minha capacidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir, pois eu sei, que depois desta dor, no teu reino de amor, eles voltarão a ouvir!
Muito obrigado Senhor, pela minha voz! Mas também pela voz que canta, que ensina, que consola.  Pela voz que  com emoção, profere uma sentida oração! Pela minha capacidade de falar, pelos mudos eu Vos quero rogar, pois eu sei que depois desta dor, no Vosso reino de amor, eles também cantarão!
Muito obrigado Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham. Mãos de caridade, de solidariedade. Mãos que apertam mãos. Mãos de poesias, de cirurgias, de sinfonias, de psicografias, mãos que numa noite fria, cuida ou lava louça numa pia.
E meus pés que me levam a caminhar, sem reclamar.
Porque eu vejo na Terra amputados, deformados, aleijados e eu posso bailar.                     
Por eles eu oro, e a ti imploro, porque eu sei que depois dessa expiação, numa outra situação,eles também bailarão.
Por fim Senhor, muito obrigado pelo meu lar! Pois é tão maravilhoso ter um lar.
Não importa se este lar é uma mansão, um ninho, uma casa no caminho, um bangalô, seja lá o que for. O importante é que dentro dele exista a presença da harmonia e do amor.
O amor de mãe, de pai, de irmão, de uma companheira. De alguém que nos dê  a mão, nem que seja a presença de um cão, porque é muito doloroso viver na solidão.
Mas se eu ninguém tiver, nem um teto para me agasalhar, uma cama  para eu deitar, um ombro para eu chorar, ou alguém para desabafar, não reclamarei, não lastimarei, nem blasfemarei.
Porque eu tenho a Vós.
Então muito obrigado porque eu nasci.
E pelo Vosso amor, Vosso sacrifício e Vossa paixão por nós, muito obrigado Senhor!

 Amém.
Nena Andrade
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domingo, abril 15, 2012

Água Fluidificada


O Que é Água Fluidificada?
A água fluidificada é a água normal, acrescida de fluidos curadores. Em termos de Espiritismo, entende-se por água fluidificada aquela em que fluidos medicamentosos são adicionados à água. É a água magnetizada por fluidos.
Quem faz a fluidificação da água?

Em geral, são os Espíritos desencarnados que, durante as sessões de fluidoterapia, fluidificam a água, mas a água pode ser magnetizada tanto pelos fluidos espirituais quanto pelos fluidos dos homens encarnados, assim como ocorre com os passes, sendo necessário, para isso, da parte do indivíduo que irá realizar a fluidificação, a realização de preces e a imposição das mãos, a fim de direcionar os fluidos para o recipiente em que se encontrar a água.

Como é feita a fluidificação da água?

A água é um dos corpos mais simples e receptivos da Terra. É como que a base pura, em que a medicação Espiritual pode ser impressa. O processo é invisível aos olhos mortais, por isso, a confiança e a fé do paciente são partes essenciais para que tratamento alcance o efeito desejado. A água é um ótimo condutor de força eletro-magnética e absorverá os fluidos sobre ela projetados, conserva-los-á e os transmitirá ao organismo doente, quando ingerida. A água fluidificada expande os átomos físicos, ocasionando a entrada de átomos espirituais, ainda desconhecidos, e que servem para ajudar na cura.

Tipos de fluidificação da água

Fluidificação Magnética: É aquela em que fluidos medicamentosos são adicionados na água por ação magnética da pessoa (encarnada) que coloca suas mãos sobre o recipiente com água e projeta seus próprios fluidos.
Fluidicação Espiritual: É aquela em que os Espíritos aplicam fluidos (sem intermediários) diretamente sobre os frascos com água. Na Fluidificação Espiritual a água não recebe fluidos magnéticos do indivíduo encarnado, mas somente os trazidos pelos Espíritos. A Fluidificação Espiritual é a mais comumente utilizada nos Centros Espíritas.
Fluidificação Mista: É uma modalidade de fluidificação onde se misturam os fluidos do indivíduo encarnado com os fluidos trazidos pelos Espíritos.
Como vimos, o processo de fluidificação da água independe da presença de médiuns curadores, pois os Espíritos podem aplicar os fluidos sem intermediários, diretamente sobre os frascos com água, além disso, qualquer pessoa pode fluidificar a água, basta ter fé e concentrar-se naquilo que estiver fazendo, projetando assim os seus próprios fluidos e recebendo o auxílio da Espiritualidade amiga, sempre presente.

Ação da água fluidificada no organismo

A água é uma molécula polar composta e é facilmente absorvida no nosso organismo. Por isso e aproveitando-se de algumas de suas propriedades (tensão superficial, condutividade elétrica e susceptibilidade magnética), é usada como agente do tratamento de fluidoterapia.

Todas as reações que acontecem no nosso organismo são em soluções aquosas, e as proteínas, membranas, enzimas, mitocôndrias e hormônios somente são funcionais na presença desta substância (água).

A ciência denomina a água de “Líquido Vital”. Uma vez fluidificada e ingerida, a água pode provocar os seguintes efeitos:

Inibição da formação de radicais livres, ou seja, diminuição dos processos oxidativos celulares, diminuição da taxa de produção de gás carbônico, aceleração dos processos de fagocitose, incremento na produção de linfócitos (células de defesa);
Observa-se na membrana celular uma maior mobilidades de íons Sódio e Potássio, melhorando o processo de osmose celular, tendo um efeito rejuvenescedor no organismo. Há uma distribuição no mecanismo de transporte de vários tipos de cátions, como é o caso do cálcio;
Efeitos sobre os hormônios receptores, ativação dos linfócitos por antígenos e várias lecitinas. O processo de polarização magnética induzida (imantação) da água no organismo produz a captura e precipitação do cálcio em excesso no meio celular;
Reposição da energia espiritual, renovando a estrutura perispiritual.
A terapêutica com a água fluidificada traz muitos benefícios ao organismo, apesar de não poder parar ou regredir as doenças geradas por resgates, doenças crônicas e degenerativas, porém facilita a ação medicamentosa e tem se mostrado eficiente na cura das doenças psicossomáticas.
Conclusão

A água fluidificada, portanto, é uma água magnetizada, principalmente, pelos Espíritos, contendo, assim, alterações ocasionadas pelos fluidos salutares ali colocados e direcionados para o equilíbrio de alguma enfermidade física ou espiritual.

Para cada paciente o fluido medicamentoso será específico não só para a sua enfermidade física, mas também para as necessidades espirituais de cada um. Deve ser usada como um medicamento. Manda o bom senso que não se utilize remédios sem necessidade, portanto, da mesma maneira, só deve usar a água fluidificada quem de fato estiver necessitando dela. Tudo em excesso faz mal, não é mesmo.

Fonte: Mediunidade Sem Preconceito. Autor: Edvaldo Kulcheski

— com Bráulio Prado.
 
 
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quarta-feira, março 21, 2012

DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN HOJE 21 DE MARÇO

copiei da minha amiga Zilmara Amorim

terça-feira, março 13, 2012

AS COLHERES DE CABO COMPRIDO - Autor desconhecido


Conta uma lenda que Deus convidou um homem para conhecer o céu e o inferno.
Foram primeiro ao inferno.
Ao abrirem uma porta, o homem viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão de substanciosa sopa e à sua volta estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma delas segurava uma colher, porém de cabo muito comprido, que lhes possibilitava alcançar o caldeirão, mas não permitia que colocassem a sopa na própria boca. O sofrimento era Grande.
Em seguida, Deus levou o homem para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta e as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados. Não havia fome, nem sofrimento.
"Eu não compreendo", disse o homem a Deus, "por que aqui as pessoas estão felizes enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?"
Deus sorriu e respondeu: "Você não percebeu? É Porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros."
Moral:
Temos três situações que merecem profunda reflexão:
1. Egoísmo: as pessoas no "inferno" estavam altamente preocupadas com a sua própria fome, impedindo que se pensasse em alternativas para equacionar a situação;
2. Criatividade: como todos estavam querendo se safar da situação caótica que se encontravam, não tiveram a iniciativa de buscar alternativas que pudessem resolver o problema;
3. Equipe: se tivesse havido o espírito solidário e ajuda mútua, a situação teria sido rapidamente resolvida.
Conclusão:
Dificilmente o individualismo consegue transpor barreiras.
O espírito de equipe é essencial para o alcance do sucesso.
Uma equipe participativa, homogênea, coesa, vale mais do que um batalhão de pessoas com posicionamentos isolados.
E isto vale para qualquer área de sua vida.

recebí por e-mail
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domingo, março 11, 2012

Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.” Mt 5,44


“Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo.
Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem.”
(Mt. 5,43-44)

Perdoar a quem nos perdoa é fácil, mas para ser um verdadeiro cristão temos que perdoar aos nossos inimigos. E a ordem de Jesus é bem clara: “Acautelai-vos, se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender perdoa-lhe. Se, por sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lucas 17, 3-4). Em muitas situações somos machucados, feridos e humilhados e a maioria das vezes por pessoas que não esperávamos, pessoas próximas de nós.
Diante destas situações da vida, como agir? O que fazer? Temos de ser luz mesmo muitas vezes tendo que passar por cima do nosso orgulho que grita dentro de nós para que paguemos com a mesma moeda. Por isso temos que ter a grandeza de reconhecer que o único incapaz de cometer contra nós estas faltas é somente o Senhor que nunca nos decepcionará. Nós, seres humanos, somos imperfeitos. Muitas vezes achamos que somos melhores do que o outro que está ao nosso lado, e o ferimos. Somos incapazes de ver no outro a face do Pai, talvez se fizéssemos este exercício de lembrar que o outro é a imagem e semelhança de Deus, teríamos mais compaixão uns pelos outros. “O amor nada mais é que o brilho de Deus nos homens” (Padre Pio). Peçamos a intercessão deste Santo Padre para que consigamos enxergar no outro este brilho de Deus para que aprendamos a dar este perdão que é algo divino e que só os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo são capazes de dar. Saibamos que o perdão não é o esquecimento do fato, não é como um passe de mágica que de repente se esquece tudo, não é esperar que tudo se resolva de uma vez, é um exercício diário. Não podemos esquecer que estamos sujeitos ao erro e que somos pecadores e necessitados do perdão divino. Da mesma forma que espero o perdão de Deus o meu próximo também precisa do meu.
Para sermos perdoados por Deus temos que dar o perdão a todos àqueles que de uma forma ou de outra nos ofenderam. Sigamos o exemplo do nosso Pai do céu que nos perdoou de nossos pecados dando seu filho único para que fossem remidas todas as nossas faltas e em nenhum momento fica nos lembrando dos pecados confessados, pois, o Senhor não os coloca de lado para sempre nos lembrar, Ele os apaga. Pecados confessados são pecados esquecidos.
Não deixemos que a mágoa ou o rancor nos corroa por dentro, nos afastando Daquele que só nos amou e continua a nos amar mesmo diante das nossas infidelidades e sabendo que nos esquecemos D’Ele com a maior facilidade e todas as vezes que desejamos voltar, Ele nos acolhe com amor verdadeiro e não nos pergunta aonde andamos e o que fizemos. Lembre-se: somente estando ao lado D’aquele que é a fonte do perdão seremos capazes de perdoar. Converse sempre com Jesus, Ele sempre te mostrará o caminho a seguir, te dará a grandeza de aprender a perdoar.
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. (Jo 13, 35). ”
Não é bastante amar, é preciso prová-lo” (Santa Terezinha).
Abraços
Valéria Jacob
 
copiei daqui: obrademariabrasilia
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